VERITALUNGO

HISTÒRIAS FANTÀSTICAS DO VERITALUNGO : O QUADRO
Espectáculo de teatro para famílias
Dia 4 (Dom) |  16h. | 3€

Um velho contador de Histórias, chamado Veritalungo, é o último guardião
de um raro tesouro. Há mais de cem anos que dorme, à espera de alguém a
quem o possa entregar. Não é um cofre nem um talismã encantado, mas o
antigo conto do menino que descobriu um estranho e precioso quadro, e
nesta história está um segredo capaz de mudar o mundo.

Manuel Jerónimo e Ricardo Franco | criação/interpretação
Projecto Magnólia | produção

Reservas para: info@sou.pt

Blogue oficial: http://veritalungo.blogspot.com/

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VERITALUNGO…

«Inventei esta história para os meus alunos para lhes explicar a importância da Filosofia. Queria que entendessem que a Filosofia não era uma coisa chata e aborrecida que só fazemos nas aulas, mas que tem a ver com este olhar para o mundo sempre à procura da melhor resposta. Depois, quando pensei em adaptá-la para Teatro, o Veritalungo apareceu imediatamente, e começou a ganhar forma. Gosto deste mágico contador de histórias, que aviva a tradição da minha infância, quando nos sentávamos à lareira a ouvir os velhos falar. Nesta altura, já não consigo distanciar os dois e parece-me que a história foi sempre contada pelo Veritalungo.

Com este projecto anseio poder tocar estes dois mundos que me são tão próximos e dá-los às crianças através do mundo infinito do Teatro. As fantásticas histórias do Veritalungo, não são nem aulas de filosofia, nem histórias que se contem à lareira, nem sequer, realmente, peças de teatro habituais, mas esperam poder ser cada uma destas coisas ao mesmo tempo, para que nas nossas crianças cresçam vivas e possam aí permanecer para sempre. Da mesma forma que a filosofia para crianças espera plantar uma semente que mais tarde trará os seus frutos, espero que o Veritalungo possa encontrar a sua casa perdida nos seus corações, como o sábio professor que todos desejávamos trazer connosco. Quero lembrar a tradição oral dos contadores de histórias como transmissores de sabedoria, mas de tal forma, que todos possamos sair do espectáculo com uma nova história para contar aos nossos.»

 Manuel Jerónimo