RUI CATALÃO

O trabalho de Rui Catalão (n. 1971, Cacém) ronda os temas da memória, do acaso, da fragilidade e da transparência, da manipulação do público e de como o acto de contar histórias altera a percepção de um dado corpo. É autor e intérprete dos solos Dentro das palavras (2010) e Auto-retrato assistido de Constantin Brâncushi (2011). Já em 2012 estreou “Melodrama para 2 atores & um fantasma” no Teatro Maria Matos, onde habitualmente apresenta o seu trabalho. Fez ainda as peças de grupo Elogio da classe política portuguesa (2004); Untitled, Still Life (2009, com João Galante-Ana Borralho); Domados, ou não (2011, com alunos da escola Balleteatro). Na Roménia, apresentou Atît de frageda (2006), Coada soricelului (2007) e Follow that summer (2008), fazendo ainda as séries de improvisação Acum totsi împreuna e Rui (2008-2009, Centrul National al Dansului Bucuresti). Trabalhou em peças de João Fiadeiro, Miguel Pereira, Manuel Melmus, Brynjar Bandlien, Madalina Dan, Mihaela Dancs e Edi Gabia (com quem apresentou “How to become invisible” no Festival de Avignon, 2011). Colabora com  o suplemento Ípsilon do Público. No cinema, escreveu os argumentos O capacete dourado e Morrer como um homem; e foi actor em A cara que mereces. 

Actualmente, prepara uma adaptação teatral de “O Livro de Ester” do antigo testamento (para o programa de teatro juvenil “Panos”, da Culturgest), e está a editar o livro “O céu de Keersmaeker fica em Lisboa” (vários autores), a convite dos programadores de “Artista na Cidade – Anne Teresa de Keersmaeker 2012”.

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