CORO INFANTIL 2015/2016

CORO INFANTIL 
Qui. 18h às 19h
com Edgar Valente

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Os primeiros contactos com a música são de uma delicadeza extrema, e podem determinar a forma como a mesma será para sempre tomada. Para tal, é necessário um primeiro apelo à sensibilidade, ao poder dos estímulos que a energia musical transmite e ao caracter terapêutico que a mesma possui aquando da sua expressão. A voz, é o instrumento mais pessoal que possuímos para musicar, mas também para comunicar. Nas aulas de coro infantil, Edgar Valente olha para cada criança como um graúdo, no que diz respeito à genuinidade e à absorção do que a rodeia. O ponto de partida é explicar como a música nos permite a profunda partilha e criação de um espaço de tempo. Depois, é ir descobrindo o talento particular de cada um, para se situar no todo. A “coro” aqui, é só um pretexto, a par de que o “infantil” será apenas um contexto.

Foto Duck P. - Edgar Valente1
EDGAR VALENTE

Edgar Pereira Valente nasceu na Cidade Neve em 1992, e não há não menos de 20 anos se exprime através da música. Começou por cantar Fado pelo contágio familiar, alastrou-se ao piano clássico com 6 anos por vontade própria e pela mesma, aos 16 trocou as pautas pelas formas de expressão mais espontâneas, iniciando-se nos palcos de pequenos eventos pelo Barlavento Algarvio. Com as notas de secundário cumpridas e sem nunca largar as musicais, experimentou um ano de Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior, mais outro de paragem para reflexão e alinhamento futuro, fulcral para que no ano seguinte se encontrasse no Curso Anual de Artes Performativas do SOU – Movimento e Arte. Sempre aliando à formação a crescente prática autónoma de gerir todos os projetos que cria e o livre e persistente investimento no talento, autodidacticamente ou através dos que o rodeiam, gradua-se legitimamente em “Ciências da Vida Artística – Especialidade Música“, curso certificado pelo próprio, cujas cadeiras acabam e recomeçam todos os dias.

Já a cantar, a tocar e a dançar, em 2012 vincou a veia do Funk e da Soul com a banda “Os Compotas” e em 2013/2014, a compor, a escrever e a produzir durante a curta e profunda passagem pela residência artística em Serpa, reconectou-se e cultivou-se nas raízes portuguesas e envolveu-se com o Cante Alentejano, aquando da incessante busca pela Aurora da sua mais valiosa “Criatura“.

Em 2015 volta ao SOU, mas desta vez para leccionar, aquando se prepara para o lançamento desse primeiro disco com a sua autoria, sempre a par das investidas a nível nacional e internacional com a banda de funk e as mais variadas colaborações com os projetos satélite, como TRIBRUTO, Sickonce & Ed Hoster ou em outras criações de direcção alheia, como o “We Will Use Smoke Machines“, peça da artista Maurícia Neves que estreará em 2016. Ora na música, ora na performance ou na simples autónoma postura em fazer acontecer aquilo em que acredita nos mais diversos campos da cultura e da vida, é acima de tudo um canal que através da arte sintoniza e catalisa a sua energia, exponencializando a sua existência e evolução como ser.

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